A passos de formiga, sem sonhar alto de mais mas sem ficar para trás, vamos cumprindo o nosso sonho. Se dentro da nossa cidade, demos a confirmação de que estamos aqui, sempre melhores que o nosso melhor, prontos para tudo, faltava dar o passo fora de portas. E foi o que fizemos nesse Domingo 26 de Julho.
Esperava-nos S. Tiago, padroeiro da freguesia de Figueiró de Amarante. O primeiro desafio fora das portas da cidade desde 2008. A Banda apresentou-se com o seu plantel habitual, para o serviço. Como muitos outros, um arruado ao início da tarde, com direito a alguns brindes pelos habitantes, e rumo à igreja, onde nos juntaríamos à nossa acompanhante, a Banda de S. Martinho de Mancelos.
Apesar do planemaneto inicial, não deixou de haver surpresas quando o percurso do desfile inicial se mostrou outro que não o esperado, alongando-se as expectativas quilométricas. Mas nada a que não soubéssemos fazer frente. Outra obrigação não tínhamos, certamente.
No palco, a nossa qualidade musical, constantemente trabalhada para melhorar, mostrou as suas qualificações. A potência e brilho aliados à interpretação com alma de cada obra, deixou os espectadores a olhar, desconhecendo esta banda que houveram visto uns anos antes. É diferente sim senhor, saibamos reconhece-lo também nós. Somos mais Banda ainda. E temos que mostrá-lo. O trabalho contínuo é que provoca isto e não só um simples melhoramento de batuta.
Seguiu-se a procissão. Pequena e simples. Um devoção a Deus e ao santo da terra acompanhada pelas duas bandas com as tradicionais marchas solenes.
Após o jantar, em Amarante, voltar-se-ia para o concerto final. Três horas de espectáculo repartidas pelas duas bandas.
Com a montra do nosso repertório, brilhámos novamente nesta terra que nos aplaudia. Com o poder do passodoble "Olé! Contrabandistes" e a magia da Abertura "Guilherme Tell", o misticistmo de "Fate of the Gods" e o virtuosismo de "Le Merle Blanc", passando pelos sons "portuguesíssimos" de "Canções da Tradição". Tudo isto mostrou, mais uma vez, a nossa marca, o nosso som, que nos identifica. E, daqui, só levamos a aprender. A Banda já não é só de alguns, mas de todos nós. E todos nós temos que a fazer viver e mexer. Para além de que somos cada vez mais Banda, passo a redundância. Os elementos são todos caras conhecidas e habituais. Há os amarantinos, os professores da escola e os músicos que vêm ajudar, para quem gostar destas distinções. Mas a verdade é só uma. Temos a possibilidade de contar com estes músicos de muito boa qualidade e, acima de tudo, uma grande amizade que só tentamos retribuir. E isto mantém-se desde 2008, pelo que a Banda é só uma, tornando o entrosamento natural de uma Banda normal. Porque também foi uma das nossas buscas. Procurar ser uma Banda como muitas outras, melhorando sempre mais. O plantel mantém-se com uma "espinha dorsal" igual em todas as festas. E a camisa diz Amarante.
Ficam os parabéns aos músicos, por se ultrapassarem todos os dias; à Banda de Mancelos, pelo bom concerto que fez; e à Comissão de Festas, pela boa organização, endereçando também o agradecimento por ter requerido a nossa colaboração nas festividades.
A ideia a reter: somos a Banda Musical de Amarante.
Esperava-nos S. Tiago, padroeiro da freguesia de Figueiró de Amarante. O primeiro desafio fora das portas da cidade desde 2008. A Banda apresentou-se com o seu plantel habitual, para o serviço. Como muitos outros, um arruado ao início da tarde, com direito a alguns brindes pelos habitantes, e rumo à igreja, onde nos juntaríamos à nossa acompanhante, a Banda de S. Martinho de Mancelos.
Apesar do planemaneto inicial, não deixou de haver surpresas quando o percurso do desfile inicial se mostrou outro que não o esperado, alongando-se as expectativas quilométricas. Mas nada a que não soubéssemos fazer frente. Outra obrigação não tínhamos, certamente.
No palco, a nossa qualidade musical, constantemente trabalhada para melhorar, mostrou as suas qualificações. A potência e brilho aliados à interpretação com alma de cada obra, deixou os espectadores a olhar, desconhecendo esta banda que houveram visto uns anos antes. É diferente sim senhor, saibamos reconhece-lo também nós. Somos mais Banda ainda. E temos que mostrá-lo. O trabalho contínuo é que provoca isto e não só um simples melhoramento de batuta.
Seguiu-se a procissão. Pequena e simples. Um devoção a Deus e ao santo da terra acompanhada pelas duas bandas com as tradicionais marchas solenes.
Após o jantar, em Amarante, voltar-se-ia para o concerto final. Três horas de espectáculo repartidas pelas duas bandas.
Com a montra do nosso repertório, brilhámos novamente nesta terra que nos aplaudia. Com o poder do passodoble "Olé! Contrabandistes" e a magia da Abertura "Guilherme Tell", o misticistmo de "Fate of the Gods" e o virtuosismo de "Le Merle Blanc", passando pelos sons "portuguesíssimos" de "Canções da Tradição". Tudo isto mostrou, mais uma vez, a nossa marca, o nosso som, que nos identifica. E, daqui, só levamos a aprender. A Banda já não é só de alguns, mas de todos nós. E todos nós temos que a fazer viver e mexer. Para além de que somos cada vez mais Banda, passo a redundância. Os elementos são todos caras conhecidas e habituais. Há os amarantinos, os professores da escola e os músicos que vêm ajudar, para quem gostar destas distinções. Mas a verdade é só uma. Temos a possibilidade de contar com estes músicos de muito boa qualidade e, acima de tudo, uma grande amizade que só tentamos retribuir. E isto mantém-se desde 2008, pelo que a Banda é só uma, tornando o entrosamento natural de uma Banda normal. Porque também foi uma das nossas buscas. Procurar ser uma Banda como muitas outras, melhorando sempre mais. O plantel mantém-se com uma "espinha dorsal" igual em todas as festas. E a camisa diz Amarante.
Ficam os parabéns aos músicos, por se ultrapassarem todos os dias; à Banda de Mancelos, pelo bom concerto que fez; e à Comissão de Festas, pela boa organização, endereçando também o agradecimento por ter requerido a nossa colaboração nas festividades.
A ideia a reter: somos a Banda Musical de Amarante.




