Avisos:

A Banda de Amarante vai apresentar-se em Peroselo, Penafiel, para a festa em honra da Nª Srª da Visitação, no próximo dia 7 -- VI Estágio de Verão e Curso de Aperfeiçoamento de Sopros e Percussão (este ano com o maestro José Rafael Pascual Vilaplana) de 19 a 23 de Agosto -- Banda Musical de Amarante - Vencedora do 1º Prémio/III Escalão do IV Concurso Internacional Ateneu Artístico Vilafranquense e Prémio Tauromaquia

terça-feira, 30 de março de 2010

Anúncio de calendário

Ampliou-se o calendário de serviços da Banda Musical de Amarante. No próximo di 18 de Abril, iremos deslocar-nos a Covas, em Lousada, para dar som à festa da freguesia. Connosco actuará a Banda de Lousada. Esta formação é um dos grupos musicais de referência da nossa zona. Se Lousada possui um dos bons conservatórios de música da região, a banda dá-se ao luxo de poder contar com os bons professores que lá dão aulas e alguns dos seus melhores alunos. Em suma, algo em que a Banda de Amarante começou a apostar, mas numa fase muito mais evoluída.
Assim sendo, vamos ter finalmente a oportunidade de dar o grito "Estamos aqui!". Vamos ouvir e aprender a tocar com uma excelente banda filarmónica, mas também vamos mostrar que temos trabalhado duro. Afinal contamos com um dos (senão "o") melhores maestros de formações de sopro, alguns dos melhores alunos e diplomados dos Conservatórios de Porto, Amarante, Lousada, da ESML, da Banda Militar do Porto e da PSP de Lisboa... E contamos com a nossa tremenda força de vontade e humildade.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Seguindo um caminho

Eis que o nosso calendário nos informa da proximidade de novos serviços. A Páscoa, que marcou um novo começo e uma nova viragem na nossa história, aproxima-se a passos largos, com as suas duas aparições reservadas para nós. Alguns de nós dever-se-ão lembrar de, quando Amarante se questionava sobre a sua Banda, ela se apresentou naquela noite, com os seus elementos, subitamente com um som renovado e apurado; os amarantinos receberam-nos, comovidos e afectuosos, aplaudindo-nos no Domingo, por estarmos vivos, por estarmos na rua. Repetiremos essa noite e esse dia, que são as efemérides mais próximas para as quais nos preparamos.

Desde esse Março de 2008 que muito se fez. Organizamos um estágio de ano em ano, formamos camadas jovens num conservatório oficial de música. Um investimento como a Banda nunca viu igual, mas que certamente valerá a pena.
Hoje somos muitos mais. Muitos dos colaboradores que na altura eram ilustres desconhecidos, hoje sentem ligação com a Banda e nunca deixaram de ajudar, continuando a envergar e a dignificar a nossa camisa, formando alunos (alguns da Banda) como professores do Centro Cultural de Amarante. Outros vieram fazer parte do corpo da Banda no chamamento de um novo desafio, a tempo inteiro ou como segunda prioridade, respeitando as suas bandas de vínculo. Mas, mais importante que tudo, formaram-se novas gerações de músicos, amarantinos produzidos na escola da Banda Musical de Amarante. Depois dos novos elementos apresentados no aniversário da nossa Instituição, eis que Beatriz Ferreira se junta ao grupo musical durante os ensaios, estando a caminhar para a sua estreia de farda azul.

Mais maduros, com mais classe, temos que continuar e aprofundar o nosso compromisso com a nossa Banda. Hoje, mais que nunca talvez, somos uma banda com muito músico não profissional, mas com uma qualidade artística e sonora consistentes e geniais, muito próximo do nível das grandes bandas de topo - não por demérito delas, que nos mostram e dão sempre o exemplo do que devemos lutar para ser, mas por nosso mérito, que trabalhamos arduamente, ensaio após ensaio, inovando num repertório cada vez mais bem recheado de obras modernas e com classe.
No entanto, o passado persegue-nos. Em virtude de anos menos bons, a nossa fama não vive dentro da nossa realidade actual e o dever da afirmação chama por nós. É por essa afirmação que temos que lutar. Muita gente não vai à Internet, não vem a Amarante ver-nos tocar, não se lembra de verificar quem é e que currículo tem o nosso genial director artístico Fernando Marinho, o nosso brilhante concertino Carlos André Silva, o nosso virtuoso percussionista Miguel Costa ou o nosso surpreendente maestro Armando Teixeira... Nem se dão ao luxo de conhecer a enorme humildade e força de vontade em qualquer um de nós. Limitam-se a falar do que ouviram há não sei quantos anos ou no "diz que diz que viu e ouviu...". Nós, Banda Musical de Amarante, queremos respirar, como um balão prestes a explodir. A cada ensaio se vê a música a correr-nos dos pulmões e dos dedos para os instrumentos. Queremo-nos mostrar, porque trabalhamos muito bem e surpreendemos já muita gente. Para isso temos que marcar presença em palcos que vestem a pele de autênticas montras para quem gosta do universo filarmónico. E, para tais metas, não devemos nunca vacilar no que diz respeito à nossa qualidade artística. Seja no arraial mais louco com outra ou outras bandas ou na festa mais poeirenta ingrata e sem audiência - cada nota tem que ser tocada como se fosse a última, se queremos lutar pela nossa afirmação.

Quem, de entre nós, for maduro o suficiente para este desafio, então está a vestir a farda certa. é um dos passos que nos faltam. E vamos conseguir...

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Uma fuga às normas

A Banda saiu á rua.
Aderindo às festividades da cidade, conforme justifica o seu estatuto, coleccionou mais uma festa. Em jeito de brincadeira, diga-se. Ocorreu, na cidade de Amarante, um desfile de máscaras alegórico, no qual o tema era virado para as Instituições de Amarante.

Várias organizações, entidades e personagens se puderam ver homenageadas, neste desfile que englobou, maioritariamente, crianças do pré-escolar, do infantário-creche "O Miúdo". Desde o desporto, na imagem do Amarante F.C., a Teixeira de Pascoaes, passando também pelos ranchos folclóricos, grupos de bombos e bandas filarmónicas. Para dar som a esta representação das filarmónicas, a Banda da cidade levou um pequeno destacamento de músicos que interpretariam marchas de desfile. Juntando a esses músicos, estavam os petizes do infantário, com fardas semelhantes às nossas, de modo a darem côr e volume à festa e á representação. Já os músicos da Banda, puderam dar asas à sua criatividade e usar dos disfarces e máscaras mais originais, num clima de brincadeira e bom humor que ajudou ainda mais à festa.
Foram, sem dúvida, a sensação do desfile, que se desenrolou desde Santa Luzia ao largo do conselheiro António Cândido (Arquinho). As pessoas queriam ver, ouvir, tocar e brincar com a Banda que passava pela rua, dando som ao conjunto de meninos que faziam a representação da Instituição Filarmónica.

Não seria esta a única efeméride do dia, pois á noite, um pequeno ensemble de músicos percorreu vários restaurantes do concelho, para dar magia e côr a outra festividade -a de S. Valentim.

Prosseguirão agora os ensaios da Banda, nossa principal tarefa, aos quais devemos ser pontuais de modo a continuar o bom trabalho que tem decorrido, que promete satisfazer os amarantinos amantes de música filarmónica.
O nosso sincero desejo de melhoras e a nossa preocupação pelo executante Miguel Marinho, que contraiu uma lesão num tornozelo que o afastará dos nossos compromissos. Que passe rápido, para que estejas de volta, pela tua presença no seio de amigos da Banda e pelo teu valor.

Deixamo-vos uma pequena colecção de fotos com os irreconhecíveis que saíram á rua nessa tarde.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

S. Gonçalo de Amarante

O dia era de festa. Mas estava frio, diga-se de passagem. Muito frio!

Na Igreja de S. Gonçalo, montava-se um autêntico espectáculo. A TVI ia levar às suas audiências a celebração da missa dos 751 anos da morte do Beato Gonçalo de Amarante. Para a celebração iam estar presentes não só o pároco Pe. José Manuel Miranda, mas também o monsenhor Pe. Clemente, o bispo auxiliar D. João Ferreira e o anterior pároco o Pe. Amaro Gonçalo. O coro de S. Gonçalo também se esforçara a rigor para tal celebração, contando ainda com a ajuda de um dos flautistas da Banda, Fábio Pinto da Costa, assim como um antigo elemento e velho amigo no trompete, Pedro Ribeiro, sendo que o coro é dirigido pela clarinetista da Banda Beatriz Costa.
Quanto à Banda, a importância do dia também ganhava relevo no covil dos Barbas Brancas. Logo pelas 9h15, desenrolava-se na sede um ensaio geral, preparando as marchas do desfile da manhã e o concerto da tarde. O maestro Armando Teixeira dirigiu a Banda, contanto com a colaboração nos trabalhos do nosso director artístico, Mestre Fernando Marinho.

Já debaixo de pequenos flocos de neve, derretidos à superfície, em contraste com o nevão do ano passado, a Banda marchou em direcção ao mosteiro, ao som das marchas "Caçadores do 1", de Amílcar Morais e "O Presidente António Conde", de Carlos Marques. Ao chegar ao largo de S. Gonçalo, e após a saudação ao imponente monumento ex-libris da cidade, a Banda apresentou-se como Instiuição da cidade a assistir à missa, presidida pelos sacerdotes supra-mencionados. A cerimónia decorreu, com a mensagem deste domingo de eucaristia, relativa ao baptismo. Na Acção de Graças, a Banda Musical de Amarante interpretou o Hino a S. Gonçalo. Os músicos, ostentando "AMARANTE" ao peito e o nosso maestro dirigindo-nos na interpretação, foram transmitidos para todo o mundo, em directo pelas câmeras da TVI. O coro de S. Gonçalo repetiu a obra, dando-lhe agora palavras, no fecho da cerimónia marcada pelo sucesso, num esforço geral dos elementos dirigentes e organizadores da paróquia, dos coristas residentes e seus colaboradores, da Banda e, claro, da equipa da TVI e, nunca esquecendo, do @amarante tv, que não falha a transmissão de qualquer evento de importância para a cidade.

Contrariando o frio, por entre queixas e tremuras, nada disso teve tempo de antena no concerto que sucedeu durante a tarde. A Banda Musical de Amarante apresentou-se em concerto pela primeira vez em 2010, no largo de S. Gonçalo, em honra do dito santo, ao som das seguintes obras:
  • Consuelo Císcar, de Ferrer Ferran
  • Ross Roy, de Jacob de Haan
  • Mar i Bel, de Ferrer Ferran
  • Suite Alentejana, de Luís Freitas Branco
  • Santana - a portrait, com arranjo de Giancarlo Gazzani
  • Português Suave, rapsódia de Carlos Marques
Este concerto fica marcado pelo crescimento. Crescem os novos talentos da Banda, com dois novos solistas: o jovem trompetista João Pedro Cerqueira interpretou o tema "Menina estás á janela" na Rapsódia "Português Suave" e, em saxofone, Alexandre Morais interpretou o tema Europa na obra "Santana - a portrait". Ambos demonstraram uma evolução no seu período como executantes. Os resultados estão à vista. Com um som consistente, uma expressividade a despontar, os jovens tiveram a primeira experiência como centro das atenções numa obra, experimentando também aquele nervoso miudinho que todos nós conhecemos ou podemos imaginar. Os parabéns a estes "caloiros". Os seus colegas também espreitam as oportunidades e, com o trabalho verificado neles, não tardarão a surgir. Mas o crescimento não pára por aqui. O nosso maestro Armando Teixeira evolui também. A sua direcção torna-se mais consistente e apurada de execução em execução. Mas a sua liderança dá também passos largos para a excelência. Na festa de S. Gonçalo mostrou pulso, organização, solidariedade e cordialidade. Com ele, a Banda cumpriu todas as expectativas, regras e horários. Com ele, a Banda viu minimizados possíveis problemas decorrentes em certas ocasiões. Com ele, a Banda ficou bem na fotografia, na gravação, na retina... Com ele, a Banda cresceu também. E, tal como a Banda, ele está de parabéns.
Os músicos ditos de fora também foram fantásticos. A sonoridade destes amigos, presença regular em todas as festas da Banda, esteve patente, realçando as suas qualidades artísticas. provam cada vez mais que a sua contratação de forma contínua nos nossos compromissos são um investimento e uma aposta ganha. Com eles, a Banda ganha força e qualidade. As vantagens ao nível de aprendizagem são inúmeras, tais como o exemplo que dão a nível da sua presença e, claro, técnica e som.

Findou assim esta festa. Um grande trabalho por parte de todos. Nós músicos e ajudante e o nosso maestro fizemos um grande trabalho. Mas por trás e em conjunto connosco, estiveram directores trabalhadores e o nosso director artístico, cuja presença nos dá sempre inspiração e cujo trabalho organizativo tira os frutos que estão à vista.

Continuemos agora o nosso trabalho para esta época que se avizinha.

As congratulações finais vão para Paulo Teixeira, amigo da Banda, membro dos corpos directivos e quem trata da imagem da Banda, tirando as fotos de várias das nossas festas e gerindo o nosso site. O seu filho, Gonçalo Maria, mais novo de três irmãos, foi baptizado logo após esta missa. Muitos parabéns a este nosso amigo.

A Banda está na rua

Em novas noites frias, a Banda Musical de Amarante volta à rua. Desta vez indo de encontro à data, pois dia de Reis foi na passada Quarta-Feira, dia 6 de Janeiro, a Banda começou a re-exposição da antiga tradição das noites de Reis nessa Sexta-Feira, dia 8 de Janeiro.
A época de Natal e de Reis invoca a não nos esquecermos dos amigos e benfeitores. Se não devemos olvidá-los durante todo o ano, no fundo, em alturas de celebração - de os celebrar a eles mesmos, importantes, amigos e próximos - é que não devemos passar-lhes ao lado mesmo.
Assim, ao som de uma cantiga de Janeiras e do número tradicional "As Voltinhas do Marão", vamos de casa em casa, acolhidos por um calor familiar ofertado por aqueles que também consideramos famílias. É um sinal vivo de amizade, de que os amarantinos também vivem para o que de mais nobre a sua cidade tem.

A Banda Musical de Amarante agradece. Promete retribuir ao nunca se esquecer da gente amiga e ao fazer bom uso da sua benevolência no brilho em palco, na força das suas apostas futuras e na união em prole da sua sobrevivência. Um bem haja a todos os amigos, e um muito obrigado.

Veja aqui o folheto com a canção de Janeiras e a nossa mensagem de Natal e Ano Novo.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

A Banda "B" ao vivo

Como se disse noutras vezes, a grande aposta da Banda Musical de Amarante é a continuidade. Tal vontade espelha-se na formação dos jovens valores, que um dia se tornarão em novos músicos, constituintes da Banda, com melhores perspectivas num futuro ligado à música. As iniciativas com o ensino na Banda Musical de Amarante têm que dar frutos então.
Foi nessa perspectiva que o nosso maestro Armando Teixeira, como responsável pedagógico pela escola, tomou o fim de tarde de sexta-feira como o horário de ensaio de uma pequena banda juvenil, formada pelos alunos da escola, alguns deles no Conservatório do Centro Cultural de Amarante, com o auxílio de um pequeno número de executantes.
Esta iniciativa visava, sobretudo, a criação de hábitos de conjunto e orquestra nos jovens. Noções como afinação, ouvir os outros colegas e intensidades são assim trabalhadas neste horário, ensaiando também programas simples para um pequeno concerto a realizar. O esforço é dirigido ainda na direcção de uma apreensão do que é fazer parte da Instituição; estar do lado do palco, ocupar uma das cadeiras da Banda de Amarante, transportar o seu nome para um concerto.

O primeiro espectáculo teve lugar então no passado dia 19 de Dezembro. A banda juvenil da escola, uma espécie de Banda B, apresentou-se ao vivo no Centro Pastoral de Amarante, na festa
de encerramento do primeiro período da Catequese nas paróquias de S. Gonçalo e S. Veríssimo de Amarante.
Alguns dos petizes vinham de uma longa manhã de aulas de música e uma audição pelo Conservatório. Após este compromisso vinha o ensaio da Banda "A", por assim dizer. Ainda tão novos e a adquirir hábitos de músico, tais como uma agenda cheia, o nervosinho miúdo antes da entrada em palco...
No Centro Pastoral teriam assim lugar duas exibições do programa trabalhado, uma para os alunos de Catequese do 1º ao 5º ano e a seguinte para os restantes até ao 10º, assim como todos os pais e funcionários das paróquias presentes. Abria com a "Baywood Overture" de Wim Laseroms, um "Medley de Natal" e uma interactiva e criativa "Super Mom", que colocava quatro músicos na frente do palco a tocar com... utensílios de cozinha!
A interacção com o público conferia nota 20 aos pequenos valores, com palmas e mesmo vozes a acompanhar nomeadamente o "Medley de Natal".

Os parabéns a estes jovens valores, as esperanças da Banda Musical de Amarante que, com 155 anos, prima em sangue novo. A nossa Instituição fez assim a sua última aparição antes da quadra natalícia. Por altura do dia de Reis, lá nos faremos à noite, visitando amigos e benfeitores amarantinos. O nosso calendário já tem uma versão provisória, bem recheada para o crescimento que temos vindo a empreender. Esperam-nos desafios. Os miúdos ensinaram-nos e ensinar-nos-ão ainda mais a superá-los. Saibamos aprender.

A Banda Juvenil:
Flautas: Carla Alves, João Manuel Cerqueira, Tânia Abreu
Oboé: Delfim Carvalho
Clarinetes: Ana Margarida Castanheira, Beatriz Monteiro, Inês Pereira, Inês Pinto da Costa, "Paulinho" Ferreira
Saxofone Soprano: Sara Ferreira
Saxofones Altos: Alexandre Morais, Bernardo Cardoso
Trompete: João Pedro Cerqueira
Trompas: João Castanheira, Mário Mesquita
Eufónios: Beatriz Castro, Beatriz Emanuel, Cristiano Carvalho
Percussão: António Teixeira, Fábio Pinto da Costa, Gonçalo Flores, Óscar Monteiro, Jorge Reis, Ricardo Reis

domingo, 3 de janeiro de 2010

2010

Um novo ano. Escusado será dizer: muitos novos desafios.

Novos passos para dar nesta longa caminhada. Por várias vezes nos deparamos com bons exemplos do que almejamos ser. Temos orgulho em executar obras como o fazemos. Temos brio no nosso trabalho. Temos visão e criatividade para inovar em iniciativas. Mas nunca nos esqueçamos que ainda temos que continuar o caminho. Esses ditos exemplos de excelência apenas nos mostram que temos de almejar ser nós mesmos em excelência. Prostremo-nos a estes desafios então de 2010. Mais massa humana, mais união, mais serviços, mais identidade, mais trabalho.

Virão esses serviços novos. Virá com esperança nossa um novo estágio ainda mais elaborado, com o sucesso que se tem verificado. Saibamos corresponder a esta vontade.